sexta-feira, agosto 09, 2002

Qual é o sentido da vida. Parte 1 (infância) - rascunho

Quando da infância, não temos mto o que pensar. Como raciocinado por Wittgenstein... a linguagem perfaz o pensamento, a vida perfaz a linguagem por conseguinte a vida perfaz o pensamento!

Este foi o grande filósofo que quebrou o elo da Razão como substrato em um ponto arquimediano da sociedade. Razão pura pode-se dizer.

Anyway, não temos passado tb.. não temos experiências empíricas que possam ser buscadas... e já que não possuímos tb a razão que dialeticamente pode-se ser percebida através da antecipação das causas, ou seja, o raciocínio advém do momento em que por ex. um primata que sempre acha uma vara p/ derrubar certas frutas e depois do feito joga esta fora... percebe que se guardá-la poderá usá-la futuramente... pode-se dizer que gera uma faísca de raciocínio.

Sobra apenas o presente p/ a criança... e é esta que faz com que futuramente tenhamos a sensação desta ser a melhor fase da vida.

Pode-se afirmar que este estado de felicidade possa advir da ausência da razão... apenas se vive... e ainda qndo da tutela dos pais... os respectivos ansejos da criança são sempre suprimidos de forma corrente, ou seja, não existe um estado de necessidade que a force a raciocinar (estado hipotético) como no caso do macaco acima descrito. (Aspas: Talvez seja por isso que nossa sociedade esteja tão decadente e desestruturada... talvez o estado de necessidade "tanto as advindas das sensações físicas (fome etc..) como sugeridas pela cultura de massas" (sexo, etc.) esteja antecipando a necessidade da criação da razão nos seres humanos.... e estes a estão maturando em uma época ainda não propicia p/ tal evento... nesta perspectiva... até que concordo com Rousseau... da razão como fator de declíneo da sociedade)

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