Tive duas idéias extraordinárias (pelo menos a mim) hoje, retificando, ontem.
Uma após a leitora de um jurista francês chamado Roger Perrot, sobre os desafios do Processo Civil na França p/ o próx. séc. (datava antes de 2000, retificando, 2001 pq o séc. começou aí).
Nele o jurista fazia uma análise (aquela mesma apontada por vários sociólogos do direito, como Boaventura, reverberado pelas palavras do Prof. Fim do Mundo, José Eduardo Faria popstar), da hiperjuridificação, o aumento, aliás, explosão, apartir da dec. de 70 dos litígios e consequente impossibilidade do Estado frente essas crises.
E após a leitura de um dado, de que na frança há aprox. 6000 juízes e que é impossível financeiramente o aumento numérico de juízes eu percebi uma coisa.
O Estado está com seus dias contados. É lógico que p/ gente talvez demore ainda um tempo p/ que ocorra o colapso total do Estado, mas p/ a história estamos na iminência e todos os sintomas já podem ser percebidos.
Uma é a incapacidade de controle social que o Estado vem enfrentado, seja o controle jurídico (vide pluralismo jurídico, os meios alternativos de tutela jurisdicional como arbitragem, mediação etc...), seja social (a criminalidade e o aumento de seguranças particulares, ou seja, a sociedade já está procurando meios alternativos ao Estado p/ se proteger), na saúde, educação, etc...
Soma-se a isso, a incapacidade de prestar os serviços que a população em geral esperaria dele, a incapacidade de conseguir gerir os próprios gastos, o endividamento e consequente enforcamento de si, é notório.
Ou seja, se o Estado não consegue proporcionar as condições básicas que se esperaria dele, remetendo a população a solução particular de seus problemas, é fato que o Estado aos poucos perde seu status quo, sua necessidade etc...
Eu vejo um futuro onde tudo será feito na base contratual, segurança, saúde, educação, e a resolução de conflitos por meios alternativos como arbitragem, mediação, conciliação. O mercado será controlado pelas grandes empresas e funcionará como uma S/A.
Uma após a leitora de um jurista francês chamado Roger Perrot, sobre os desafios do Processo Civil na França p/ o próx. séc. (datava antes de 2000, retificando, 2001 pq o séc. começou aí).
Nele o jurista fazia uma análise (aquela mesma apontada por vários sociólogos do direito, como Boaventura, reverberado pelas palavras do Prof. Fim do Mundo, José Eduardo Faria popstar), da hiperjuridificação, o aumento, aliás, explosão, apartir da dec. de 70 dos litígios e consequente impossibilidade do Estado frente essas crises.
E após a leitura de um dado, de que na frança há aprox. 6000 juízes e que é impossível financeiramente o aumento numérico de juízes eu percebi uma coisa.
O Estado está com seus dias contados. É lógico que p/ gente talvez demore ainda um tempo p/ que ocorra o colapso total do Estado, mas p/ a história estamos na iminência e todos os sintomas já podem ser percebidos.
Uma é a incapacidade de controle social que o Estado vem enfrentado, seja o controle jurídico (vide pluralismo jurídico, os meios alternativos de tutela jurisdicional como arbitragem, mediação etc...), seja social (a criminalidade e o aumento de seguranças particulares, ou seja, a sociedade já está procurando meios alternativos ao Estado p/ se proteger), na saúde, educação, etc...
Soma-se a isso, a incapacidade de prestar os serviços que a população em geral esperaria dele, a incapacidade de conseguir gerir os próprios gastos, o endividamento e consequente enforcamento de si, é notório.
Ou seja, se o Estado não consegue proporcionar as condições básicas que se esperaria dele, remetendo a população a solução particular de seus problemas, é fato que o Estado aos poucos perde seu status quo, sua necessidade etc...
Eu vejo um futuro onde tudo será feito na base contratual, segurança, saúde, educação, e a resolução de conflitos por meios alternativos como arbitragem, mediação, conciliação. O mercado será controlado pelas grandes empresas e funcionará como uma S/A.

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