terça-feira, novembro 26, 2002

Todas as noites os silêncios incomodam.
O tic-tac infinito perde-se na finitude das horas.
Estranhos vagam pelos cantos, e nos lembram de como somos altos.
A impressão de solidão sempre é a mesma.
Mas nem tudo está em seu lugar.
A cada hora as horas nos transformam, e em vez de meros fios brancos nos deixam cicatrizes.
Do querer ao gostar para a paixão ao amor,
Fica o vazio

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