E neste mesmo dia, li uma dessas blogadas tão raras, mas tão especiais, tão cruas, tão reais, tão humanas que me comoveu.
Será que este vai-e-vem de sensações durará a vida toda?
Quanto mais eu penso que passei desta fase, mais percebo que continuo nela. Zilhões de perguntas sem resposta ecoam na minha cabeça. E eu me sinto uma criança enganada pelos pais quando eles não sabem a resposta. Só que sou eu mesma quem engana E isto é o mais dolorido.
Caramba! E parece que tudo vem de uma vez mesmo. Ninguém te ensinou que é feio chutar quem já está caído?
Esta dor sufocada no meu peito. Esta dor sufocando o meu peito.
Falta de ar.
Falta de vontade.
Falta de paixão.
Esta vidinha "mais-ou-menos" me irrita em demasia. Estas pessoínhas "mais-ou-menos". Eu mesma: estou "mais-ou-menos". Mediana. Odeio isso.
Era mais feliz antes. Será? De onde eu tirei a idéia de que já fui feliz um dia? Eu nem sei o que é ser feliz. Talvez quanto era criança e vivia dos meus sonhos, dos meus planos cor-de-rosa... Rancor? Talvez. Talvez despeito. Talvez. Raiva com certeza. Raiva desta sensação de impotência. "Tudo tem uma razão", vão me dizer. Seria isto que eu diria se alguém viesse com todas estas palavras que hoje são minhas. Tudo tem uma razão. Pôxa, mas tem que ser assim tão difícil? Tem que ser assim, tão a seco? Tão frio e tão doloroso? Um pouquinho de alegria de verdade seria bom. Está bem já tive momentos felizes, mas acabaram tão rápido e de forma tão abrupta que parece que nem existiram. [Mentira!] ok, é mentira. Tive momentos realmente felizes. Pequenos, mas importantes, muito importantes. Sem estes momentos, nem sei. Mas fico me perguntando, a vida é isto? Pequeninos momentos de felicidade cercados de infelicidade por todos os lados?
Não, não é isto que sonhei pra mim. Não é isto que sempre esperei da vida.
Pôxa, Papai Noel, eu sempre me comportei.
Por que não traz o meu presente de Natal?
Estas últimas frases são realmente de entristemudecer.
Será que este vai-e-vem de sensações durará a vida toda?
Quanto mais eu penso que passei desta fase, mais percebo que continuo nela. Zilhões de perguntas sem resposta ecoam na minha cabeça. E eu me sinto uma criança enganada pelos pais quando eles não sabem a resposta. Só que sou eu mesma quem engana E isto é o mais dolorido.
Caramba! E parece que tudo vem de uma vez mesmo. Ninguém te ensinou que é feio chutar quem já está caído?
Esta dor sufocada no meu peito. Esta dor sufocando o meu peito.
Falta de ar.
Falta de vontade.
Falta de paixão.
Esta vidinha "mais-ou-menos" me irrita em demasia. Estas pessoínhas "mais-ou-menos". Eu mesma: estou "mais-ou-menos". Mediana. Odeio isso.
Era mais feliz antes. Será? De onde eu tirei a idéia de que já fui feliz um dia? Eu nem sei o que é ser feliz. Talvez quanto era criança e vivia dos meus sonhos, dos meus planos cor-de-rosa... Rancor? Talvez. Talvez despeito. Talvez. Raiva com certeza. Raiva desta sensação de impotência. "Tudo tem uma razão", vão me dizer. Seria isto que eu diria se alguém viesse com todas estas palavras que hoje são minhas. Tudo tem uma razão. Pôxa, mas tem que ser assim tão difícil? Tem que ser assim, tão a seco? Tão frio e tão doloroso? Um pouquinho de alegria de verdade seria bom. Está bem já tive momentos felizes, mas acabaram tão rápido e de forma tão abrupta que parece que nem existiram. [Mentira!] ok, é mentira. Tive momentos realmente felizes. Pequenos, mas importantes, muito importantes. Sem estes momentos, nem sei. Mas fico me perguntando, a vida é isto? Pequeninos momentos de felicidade cercados de infelicidade por todos os lados?
Não, não é isto que sonhei pra mim. Não é isto que sempre esperei da vida.
Pôxa, Papai Noel, eu sempre me comportei.
Por que não traz o meu presente de Natal?
Estas últimas frases são realmente de entristemudecer.

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